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TEMA: As Máquinas Semióticas e a Estética 

Prefácio

O interesse pela vida. A compreensão do ser humano. A máquina que nos tans-forma. As possibilidades da interpretação. A busca constante que me motiva ao ir a procura da compreensão, do que somos. O olhar para o nexo, o que está entre, através e além das disciplinas. Esta é a intenção do presente trabalho. “O nexo o nexo o nexo o nexo o nex” como bem expressa Haroldo de Campos em A máquina do mundo repensada. 153.1

Resumo

A compreensão dos computadores como máquinas semióticas exige uma nova visão “que vá  além daquele conceito de mente estritamente antropocêntrico”.[1] Alguns termos como: mente, representação, símbolo, inteligência, memória, são comuns tanto nas Ciências Cognitivas como nas Ciências da Computação. A necessidade do uma compreensão do conceito homem e do conceito máquina nos permitirá neste presente trabalho, aproximar, distanciar, encontrar pontos comuns, nos aproximando as máquinas semióticas e a um “Como viver junto” .

Palavras chaves: Mente. Semiose. Estética.

Objetivos:

1. Contextualizar o ser humano na cibercultura.

2. Conhecer o conceito de mente em Peirce fazendo uma relação com a cultura do pós-moderno.

3. Aplicar os conceitos utilizados no design como um interpretante dos conceitos utilizados neste processo semiótico.

..” o computador não seria apenas uma mídia semiótica, mas a mídia das mídias semióticas.”

“pretendo chamar a atenção para a necessidade de se repensar o humano até o limite último de sua essência molecular.”

Lucia Santaella (2004:28)


[1] Texto na apresentação do Programa 2007. Professor Nöth.

 

Dia -logos

O objetivo desta Dissertação de Mestrado é a procura do sentido, o dia-logos entre os diferentes saberes: formais, experenciais e simbólicos:                               

No nível epistêmico, o estudo, reflexões sobre a pistis alethés, sobre a crença fundamentada. Aqui o foco está no campo dos saberes teóricos formais a serem oferecidos no presente curso de Pós-Graduação em Tecnologia da Inteligência e Design Digital. Proponho a Construção de uma Matriz Conceitual a ser aplicada no campo do Design.

No Nível Experencial a relação com os saberes de interação, a compilação da experiência observada e vivida, a ação, a observação participante das demarches, a descrição. A problemática da transferência dos saberes em contextos diferentes ou entre atores e autores. O conjunto de interações sensório motoras que formatizam as trocas. O fenômeno, a percepção, a Abdução. 

No Nível simbólico, a relação com os saberes existenciais, a exploração do sentido existencial em suas dimensões imaginária e simbólica. O imaginário social, os saberes interiorizados. O mito: o conjunto das imagens simbólicas emergindo na experiência da vida.

TIDD – T 3 dia-nomos

Trabalho 3 Prof. Brissac

Dialogando com Valdemiro, nômade.

dia-nomos-2.pdf

My Space

PP de imagens da exposição em Londres.

My Space

MEMÓRIA: AULA 2

A aula começa com o dualismo. Podemos falar de arte material e imaterial?E o corpo? Ana Menster coloca o corpo de volta. A mente é algo incorporado. O corpo tem memória, tem inteligência.  Edgar Morin menciona a união dos opostos. Existem formas de pensamentos que separam.  A complexidade une. 

Complexus, para Edgar Morin é o que está junto; é o tecido formado por diferentes fios que se transforma numa coisa só. Isto é tudo se entrecruza, tudo se entrelaça para formar a unidade da complexidade; porém a unidade do complexus não destrói a variedade e a diversidade das complexidades que o teceram. Pág. 188. Morin afirma que (pg.192) “A complexidade não tem metodologia, mas pode ter seu método… “. Qual é a diferença ? De qualquer modo, os métodos são: 

1) Conceitos abertos“O método da complexidade pede para pensarmos nos conceitos sem nunca dá-los por concluídos, para quebrarmos as esferas fechadas…”

2) Articulação de partes separadas“…para restabelecermos as articulações entre o que foi separado, para tentarmos compreender a multidimensionalidade”

3) Preservação do específico“…para pensarmos na singularidade com a localidade, com a temporalidade, para nunca esquecermos as totalidades integradoras…” Contra o holismo e o reducionismo. (p.181). Ler o caminho (p.182).

4) Terceiro Incluído“A totalidade é, ao mesmo tempo, verdade e não -verdade e a complexidade é isso: a junção de conceitos que lutam entre si.” Aqui surge a articulação da complexidade com o terceiro incluído e com os níveis de realidade, juntando os três pilares. Trandiscplinares.Sendo um pouco mais explícita, parece – me que ao buscar uma integração entre conceitos antagônicos que, como diz Morin, “lutam entre si”, o pensamento complexo abre a possibilidade de incluir um terceiro conceito que é ao mesmo tempo A e não – A. A inclusão desse terceiro conceito marcaria o salto para um nível de realidade superior, mais abrangente, que integra os opostos.Sair da oposição. Sair do dualismo. 

E as teorias não dualistas. Estéticas dualistas se opuseram à estética e a lógica.Para os românticos a razão estava fora.


[1] Edgar Morin, Ciência com Consciência, parte 2, cap. 1

Texto completo em: memoria-aula-2claudio-adriana.doc

As leis da Simplicidade

Livro: LEIS DA SIMPLICIDADE, AS
VIDA, NEGOCIOS, TECNOLOGIA, DESIGN
Autor:  MAEDA, JOHN
Editora: NOVO CONCEITO 

Leis da simplicidade  

Lei 1: Reduzir – A maneira mais simples de lançar a simplicidade é por meio de uma redução conscienciosa  Lei 2: Organizar- A organização faz com que um sistema de muitos pareça de poucos 

Lei 3: Tempo – Economia de tempo transmite simplicidade. 

Lei 4: Aprender – O conhecimento torna tudo mais simples. 

Lei 5: Diferenças – Simplicidade e complexidade necessitam uma da outra. 

Lei 6: Contexto – O que reside na periferia da simplicidade é definitivamente não-periférico. 

Lei 7: Emoção – Mais emoção é melhor que menos. 

Lei 8: Confiança – Na simplicidade nós confiamos. 

Lei 8: Fracasso – Algumas coisas nunca podem ser simples.

 Lei 10: A única – A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo

3 perguntas a JM

Estas são as respostas que recebi do John Maeda através de Amna sua assistente, uma pessoa muito amável.

Que bom poder compartilhar seus pensamentos com os leitores deste trabalho.

To: CETRANS – Adriana Caccuri

Sent: Friday, June 01, 2007 12:12 PM

Subject: Re: Fw: SIMPLICITY

Dear Adriana,

You will get responses by the end of today.

Take care and have a great weekend.  Also – I wish you a very successful Monday  🙂

Amna

Sent: Monday, June 04, 2007 8:03 AM

Subject: Fw: Adriana answers: Re: SIMPLICITY

Dear Adriana,

Here are the answers.

Regards,

Amna

—– Original Message —–
Sent: Wednesday, May 30, 2007 8:16 PM
Subject:
Re: SIMPLICITY

Hello Amana,

 

The questions:

 

About eco-formation

 

A man who was born in the desert or in the ocean has a different symbolic imagery as compared to an urban man.

 

Question 1:
How the eco-virtual-space has formed your vision of yourself as a human being?
Virtual space seemingly has no limitations. When you start a program running (one that has no bugs), it will run forever. It will not complain. And it will never make mistakes. It would seem that this ecosystem is unreal and unforgiving — inhumane. The irony is that when the power goes out, all computation ceases. So it is then we realize that it truly does not matter at all.About hetero-formation
 

Formation is not only provided by official schools or universities  or teachers.  A man who sits next to you in a public space (or park, or square) may say a single word that is so important that it brings a radical transformation to our lives.


 

Question 2:
Have you had the opportunity of experimenting this hetero-formation and, if so, do you believe it could have changed the paths of your life?
 
I think that certain words from certain people — doesn’t have to be a professor, teacher, etc. — it could be a taxi driver or waitress — there is always something to important out there to absorb. I think that when you listen to your surrounds (Law 6 CONTEXT embodies this principle).

About self-formation
 
Question 3: Can you be a designer of yourself in your life?

No. But you can be a designer in life. You can be many things in life. There are very few constraints for what you can be. The biggest constraint is to make a living. If you can work hard, you can always get a job. Thus you can gain the position necessary to make a difference. Life’s goal is to make a difference.